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Disputa territorial
Venezuela deu início a movimentação para ocupar território da Guiana, até a altura do Rio Essequibo. Veja o que está em jogo:
GUIANA
Único país de língua inglesa na América do Sul, a Guiana é uma ex-colônia britânica de cerca de 800 mil habitantes.
Possui cerca de 11 bilhões de barris de reservas privadas de petróleo bruto, ou cerca de 0,6% do total mundial. As reservas de petróleo no território da Guiana são um fator-chave para entender a disputa.
A região de Essequibo é rica em recursos naturais e representa dois terços do território da Guiana, além de ser o lar de 125 mil habitantes da ex-colônia britânica.
Mar territorial
da Guiana
Mar do Caribe
Mar reivindicado
pela Venezuela
Oceano
Atlântico
venezuela
guiana
francesa
suriname
colômbia
brasil
Após o acirramento da disputa, o Exército Brasileiro irá enviar 28 veículos blindados para proteger a fronteira do Brasil com a Venezuela. Além dos equipamentos, de 130 a 150 homens serão enviados para serem incorporados à 1ª Brigada de Infantaria de Selva.
venezuela
Por meio de um referendo, os venezuelanos aprovaram a proposta de criar uma província na região de Essequibo.
Analistas avaliam que o movimento de Nicolás Maduro foi feito para reforçar o nacionalismo venezuelano, desviando a atenção do público da crise política e econômica do país com a proximidade das eleições.
A Corte Internacional de Justiça (CIJ), com sede em Haia, determinou recentemente que a Venezuela deve evitar qualquer iniciativa que comprometa o status quo com a Guiana.
HISTÓRICO
A disputa teve origem no século 19, quando o Reino Unido reclamou a região que pertencia à Venezuela como parte de sua Guiana. Uma arbitragem internacional lhe deu razão em 1899. O resultado foi contestado pela Venezuela e nova discussão ocorreu em 1966, quando a Guiana se tornou independente.
Os países assinaram o Acordo de Genebra para buscar uma solução, reconhecendo a existência de uma controvérsia decorrente da sentença de 1899. Contudo, as tratativas continuaram, sem que se alcançassem resultados concretos.
Fontes: AFP , Corte Internacional de Justiça (CIJ), Estadão Conteúdo e GZH
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Disputa territorial
Venezuela deu início a movimentação para ocupar território da Guiana, até a altura do Rio Essequibo. Veja o que está em jogo:
GUIANA
Único país de língua inglesa na América do Sul, a Guiana é uma ex-colônia britânica de cerca de 800 mil habitantes.
Possui cerca de 11 bilhões de barris de reservas privadas de petróleo bruto, ou cerca de 0,6% do total mundial. As reservas de petróleo no território da Guiana são um fator-chave para entender a disputa.
A região de Essequibo é rica em recursos naturais e representa dois terços do território da Guiana, além de ser o lar de 125 mil habitantes da ex-colônia britânica.
Mar do Caribe
venezuela
suriname
colômbia
brasil
Mar territorial
da Guiana
Mar reivindicado
pela Venezuela
Após o acirramento da disputa, o Exército Brasileiro irá enviar 28 veículos blindados para proteger a fronteira do Brasil com a Venezuela. Além dos equipamentos, de 130 a 150 homens serão enviados para serem incorporados à 1ª Brigada de Infantaria de Selva.
venezuela
Por meio de um referendo, os venezuelanos aprovaram a proposta de criar uma província na região de Essequibo.
Analistas avaliam que o movimento de Nicolás Maduro foi feito para reforçar o nacionalismo venezuelano, desviando a atenção do público da crise política e econômica do país com a proximidade das eleições.
A Corte Internacional de Justiça (CIJ), com sede em Haia, determinou recentemente que a Venezuela deve evitar qualquer iniciativa que comprometa o status quo com a Guiana.
HISTÓRICO
A disputa teve origem no século 19, quando o Reino Unido reclamou a região que pertencia à Venezuela como parte de sua Guiana. Uma arbitragem internacional lhe deu razão em 1899. O resultado foi contestado pela Venezuela e nova discussão ocorreu em 1966, quando a Guiana se tornou independente.
Os países assinaram o Acordo de Genebra para buscar uma solução, reconhecendo a existência de uma controvérsia decorrente da sentença de 1899. Contudo, as tratativas continuaram, sem que se alcançassem resultados concretos.
Fontes: AFP , Corte Internacional de Justiça (CIJ), Estadão Conteúdo e GZH