
Como foi
Qual teste foi feito na cidade?
Os professores e pesquisadores Maria Luiza Correa da Camara Rosa e Eduardo Guimarães Barboza realizaram teste com um radar de penetração de solo - georradar - da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
A finalidade era avaliar a resposta do equipamento no ambiente,
o qual poderia ou não detectar alvos relacionados com
a presença de túneis.
Quando o serviço ocorreu?
Entre 14 e 16 de junho de 2018, a equipe se deslocou até Ibirubá e, no dia 15, executou o teste nas ruas do município. O relatório do trabalho foi emitido em julho do mesmo ano.
Como funcionou a pesquisa?
Os professores utilizaram o método geofísico do georradar (ou radar penetrante no solo) para detecção de descontinuidades nas propriedades elétricas dos materiais presentes na subsuperfície. Esse método fundamenta-se na geração, transmissão, propagação, reflexão e recepção de radiação eletromagnética do subsolo, operando na faixa de frequência de rádio e micro-ondas que pode variar desde MHz até GHz.
Quais equipamentos foram usados?
Um dos aparelhos (semelhante ao da foto ao lado) era composto por uma antena de contato com o solo, com frequência central de 400 MHz, com um coletor da empresa Geophysical Survey Systems. Outro utilizado foi com antena aérea, com frequência central de 80 MHz, fabricada pela Radarteam Sweden AB.
O que foi concluído?
Duas anomalias com geometria côncava foram encontradas, conforme o mapa. Elas podem ter diversas origens além de túneis, mas são as áreas de maior potencial dentre os dados obtidos no local pesquisado.
As dimensões extrapolam o que poderia ser esperado para túneis. Desta forma, o significado das anomalias somente pode ser conhecido por meio de de dados diretos (verificação no prório subsolo).
Ibirubá
Av. Getúlio Vargas
Moradia da
família Braun
Próximo das anomalias encontradas no estudo localizava-se a residência de Frederico Ernesto Braun, de onde supostamente partiriam os túneis procurados.
Ponderações
Pesquisadores indicam que a investigação direta no subsolo é indicada neste caso e que "deve-se manter cautela acerca da interpretação e da expectativa sobre a presença de túneis em subsuperfície".

Como foi
Qual teste foi feito na cidade?
Os professores e pesquisadores Maria Luiza Correa da Camara Rosa e Eduardo Guimarães Barboza realizaram teste com um radar
de penetração de solo - georradar - da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). A finalidade era avaliar
a resposta do equipamento no ambiente, o qual poderia ou não detectar alvos relacionados com
a presença de túneis.
Quando o serviço ocorreu?
Entre 14 e 16 de junho de 2018, a equipe se deslocou até Ibirubá e, no dia 15, executou o teste nas ruas do município. O relatório do trabalho foi emitido em julho do mesmo ano.
Como funcionou a pesquisa?
Os professores utilizaram o método geofísico do georradar (ou radar penetrante no solo) para detecção de descontinuidades nas propriedades elétricas dos materiais presentes na subsuperfície. Esse método fundamenta-se na geração, transmissão, propagação, reflexão e recepção de radiação eletromagnética do subsolo, operando na faixa de frequência de rádio e micro-ondas que pode variar desde MHz até GHz.
Quais equipamentos foram usados?
Um dos aparelhos (semelhante ao da foto abaixo) era composto por uma antena de contato com o solo, com frequência central de 400 MHz, com um coletor da empresa Geophysical Survey Systems. Outro utilizado foi com antena aérea, com frequência central de 80 MHz, fabricada pela Radarteam Sweden AB.
O que foi concluído?
Duas anomalias com geometria côncava foram encontradas, conforme o mapa. Elas podem ter diversas origens além de túneis, mas são as áreas de maior potencial dentre os dados obtidos no local pesquisado.
As dimensões extrapolam o que poderia ser esperado para túneis. Desta forma, o significado das anomalias somente pode ser conhecido por meio de de dados diretos (verificação no prório subsolo).
Ibirubá
Av. Getúlio Vargas
Moradia da
família Braun
Próximo das anomalias encontradas no estudo localizava-se a residência de Frederico Ernesto Braun, de onde supostamente partiriam os túneis procurados.
Ponderações
Pesquisadores indicam que a investigação direta no subsolo é indicada neste caso e que "deve-se manter cautela acerca da interpretação e da expectativa sobre a presença de túneis em subsuperfície".